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"Aceitar-me plenamente? É uma violentação de minha vida. Cada mudança, cada projeto novo causa espanto: meu coração está espantado. É por isso que toda minha palavra tem um coração onde circula sangue" (Um sopro de vida - Clarice Lispector)

quinta-feira, 23 de junho de 2011


Eu sou estranha, tenho gestos e pensamentos e encanações e neuras e filosofias viajantes e temperamento salgado e toda uma série de e's que não consigo ajustar aqui, agora, pra você, talvez por não saber ajustá-los nem pra mim. Mas deixa isso tudo pra lá, eu e a minha estranhice, estranheza, estranhagem, estranhamento, estranhação. Estranha ação. É isso aí, sou cheia de estranhas ações. 
Uma delas é tentar explicar o sentido de uma coisa que nem sentido faz.

(Clarissa Côrrea)

3 comentários:

Meire disse...

Dé, e quem não é cheio de estranhezas né?!!!! Essa vida maluca nos faz assim!

:)
bom feriado pra ti florzita, bjokitas ;)

Alê disse...

E quem não tem suas estranhezas? Por isso somos únicos,


Um beijo!

Sam. disse...

coisas que só nós mesmo entendemos, o que parece estranho aos olhos do outro, nos compõe e nos completa e nos faz maravilhas únicas, cheios de defeitos, humanos que não precisam fazer sentido...pois já dizia Quintana: "Quem faz sentido é soldado"! ;)

Dé, que riqueza os teus comentários no meu canto, menina!! A-D-O-R-O!!

Beijo, doce menina!